[Banca de Entrevistas] Vitrine

O programa Vitrine da TV Cultura vai ao centro de São Paulo e pergunta o que as pessoas mais compram nas bancas:

Jorge.

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Diga Não!

No início desse ano, o Prefeito de São Paulo Gilberto Kassab propôs retirar as bancas de jornais do centro da cidade.

Mas o Vereador Chico Macena defendeu a nossa causa!

Valeu Chico!

Jorge.

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Entrevista com o Jorge, o de Ribeirão Preto

O Jorge Luis Anúncio, meu “chará”, respondeu meu e-mail e liguei para ele. A conversa foi muito proveitosa: troquei algumas experiências em comum e descobri que ele está bem informado sobre os capixabas. Ele foi muito simpático e comunicativo. Filho dos jornaleiros José Anúncio e Aparecida Anúncio, o Jorge também é matemático, apenas não exerce a profissão. Eu soube que  ele é deficiente físico, vítima de poliomelite, pretende voltar a estudar e fazer valer os direitos das pessoas que estão nessa condição. Fiz algumas perguntas e pretendo transcrevê-las aqui alguns pontos interessantes.

Eu, Jorge de Vitória -E.S. : Como surgiu a ideia de ter uma banca de jornais? Você erdou de seus pais?

Jorge Luis Anúncio: Meus pais compraram essa banca e depois eu comecei a trabalhar nela.

Eu, Jorge de Vitória – E.S.: Por que você não exerce sua profissão de matemático?

Jorge Luis Anúncio:Eu até passei para em um concurso para trabalhar em São Paulo, mas ficava longe e não compensava ir. Então decidi continuar na banca onde tenho ajuda da minha família.

Eu, Jorge de Vitória – E.S.: O seu sobrenome é Anúncio. Alguém já brincou com você e relacionou seu nome com os anúncios veiculados nos meios de comunicação vendidos na banca?

Jorge Luis Anúncio: O sobrenome Anúncio é de procedência italiana, mas quanto às brincadeiras, os meus amigos ou eu mesmo usamos a palavra Anúncio para dizer algumas frases: banca do anúncio ou anuncio da boa sorte.

Eu, Jorge de Vitória – E.S.: Eu faço análise de notícias e as publico no meu blog, mas percebi que você tem um site que é tem finalidades comerciais para realizar a divulgação dos produtos da banca. Você analisa notícias com amigos e teria também a vontade de escrever e publicá-las?

Jorge Luis Anúncio: Eu conheço, olho os jornais e revistas para poder saber o que sai em cada um e oferecer para os clientes de acordo com o perfil deles. E eu faço isso, para que muito além de vender,  crie amizades com meus clientes. Eu também leio muitas revistas sobre história e filosofia, que são as áreas que pretendo cursar quando voltar estudar. Ainda não pensei exatamente em escrever para a internet, que não sei mexer mas me disseram que é muito bom para conhecer e entender o mundo, porém quem sabe eu ainda escreva para discutir sobre os direitos dos deficientes físicos e questões ambientais, mas claro que não com essa pressão jornalística.

Jorge.

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POR QUE ALGUMAS PESSOAS GOSTAM DE INFORMAÇÕES ESPETACULARIZADAS ?

Amigos, vocês devem ter prestado atenção que eu tentei nos últimos posts entender porque as informações são abordadas de certa forma e porque as pessoas gostam delas. As informações espetacularizadas, por exemplo, despertam algumas perguntas que eu não sei responder e preciso da ajuda de vocês: porque as pessoas gostam desse tipo de transmissão de informações? Será que a formação sócio-educacional influencia nesses gostos?

Parece que eu estou igual a uma criança que só fica perguntando o porquê das coisas e não sabe as respostas, mas eu vou pedir ajuda aos meus colegas para tentar respondê-las, pois são questões que me intrigam.   

Jorge.

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ESPETACULARIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO

Eu quase não assisto TV, mas no feriado de Corpus Christi estava passando de canal e encontrei um que abordava casos de estupro , roubo e coisas do tipo de uma forma que assustava. O jornalista entrevistava vítimas, parentes das vítimas e os próprios bandidos. E eu me pergunto como ele podia fazer aquilo daquela forma. Os entrevistados também eram muito frios.

Eu vejo que é preciso transmitir informações que tratam desse tipo de assunto como uma forma de alertar a população para os perigos, mas para isso não se torna necessário fazer uma cobertura dos mínimos detalhes e tão espetacularizado.

No entanto, parece que as pessoas gostam e comentam esses assuntos. Talvez seja por isso que as informações continuam sendo transmitidas dessa forma.

Jorge.

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CASO MST

No dia 27 de maio o MST organizou um protesto no centro da cidade de Vitória e nisso foram na sede do Ministério da Fazenda e a mídia local cobriu o que aconteceu. Eu vou fazer uma comparação com o conteúdo do gazeta on line, do folha vitória e do século diário, que escreveram matérias sobre o fato.

Nós somos tão acostumados a ler as matérias rapidamente e extrair os fatos que nem percebemos as palavras usadas, mas elas contribuem para manter o que pensamos sobre o que está sendo veiculado. Neste caso do MST, por exemplo, o gazeta on line usa a palavra “invadem” no título do texto, enquanto o folha vitória e o século diário usam a palavra “ocupam”. Então, o que aconteceu? Enquanto um jornal afirma que o MST invadiu, o outro diz que ocupou. A palavra invasão denota baderna enquanto ocupação aborda o fato como sendo amigável e organizável.

Quanto ao texto, o único veículo que se preocupou em explicar com mais ênfase o porquê da manifestação foi o século diário. Alguns veículos costumam falar apenas do fato e esquecer-se de explicar porque tudo aquilo acontece.

A leitura de apenas um veículo propicia a formação de uma opinião que se acredita ser a única verdade.

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SAIU NO JORNAL. ENTÃO É VERDADE

Gostaria de dedicar os próximos posts a alguma coisa que tem me intrigado já faz algum tempo: as pessoas dão imensa credibilidade para os veículos informativos, acreditam que eles são donos da verdade. Seu José veio aqui outro dia e afirmou que um fato, não recordo qual, que saiu no jornal é extremamente verdadeiro apenas pelo fato de sair no jornal.Ao passo que Dona Maria disse: “claro que é verdadeiro, passou na televisão”. Mas, será que existe uma verdade absoluta?

            Já li muitas revistas, jornais, além de matérias de internet, também assisti TV e vi que cada empresa de comunicação dizia uma coisa diferente referente ao mesmo fato. As pessoas não percebem que cada veículo é uma empresa e como tal tem interesses políticos e econômicos, sem contar que os jornalistas também são pessoas influenciadas pelos meios em que viveram, ou seja, cada um tem a própria crença, e enfatizarão na notícia fatos que perceberão mais relevantes de acordo com o que receberam formação.  

No próximo post confiram um exemplo, espero que esclareça o que tentei explicar neste post.

Jorge.

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